sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Desculpe o transtorno, precisamos falar de Doctor Who


Olá amoras da minha vida! Como vocês estão? Espero que bem. Hoje é sexta, quase sábado. Porque se não atrasar, não sou eu. Mas fazer o quê? É a vida.

Hoje eu resolvi vim falar com vocês sobre a minha série preferida. Sério. Se eu pudesse escolher apenas uma, seria essa. Pelo gif algumas pessoas já reconheceram. Mas seja você fã ou não, te convido a se aventurar comigo além do espaço e tempo. Por onde quer começar?



Ok. Vou começar do princípio.

Mentira.

Nem tão princípio assim porque nunca assisti as primeiras temporadas. Motivos? Ou os episódios estão e em inglês, ou só tem pra baixar e meu computador não suporta.

Doctor Who é uma sérire britânica que teve seu início em 1963. Para os mais lerdinhos de humanas, já fazem 53 anos que teve a sua primeira aparição.

Sim, ela é quase tão velha quanto o meu pai.

A série retrata a história do Doutor. Ele é um alienígena humanoide de mais de 2000 anos (atualmente). Ninguém sabe o nome dele. Essa criatura insiste em responder as perguntas sobre o seu nome se dizendo apenas como o Doutor. Tudo bem então.

Ele veio de um planeta chamado Gallifrey, há anos-luz da nossa pequenina Terra.


Esse é planeta. Maravilhados? Então olhem isso:


Agora sim. Essa era a reação que eu estava esperando.

Mas porque raios o Doutor viria para a Terra pra início de conversa?

Os Senhores do Tempo são a raça mais antiga do Universo. São eles que vigiam os mundos e lutam para que tudo permaneça na ordem natural das coisas.

O Doutor é u Senhor do Tempo.

Mas ele não passou nas provas. Não sabe nem ao menos pilotar uma Tardis (Tempo e Dimensões Relativos no Espaço, em inglês).

Mesmo assim, ele rouba uma e foge do planeta. Passa então a visitar os planetas e se meter em aventuras de outro mundo (perdoem o trocadilho).

É assim que ele conhece a Terra. Sua queridinha. De todas as espécies, os humanos são a que mais o fascina. E assim a série segue.

Mas o que ninguém sabe é que o Doutor não é apenas um Time Lord. Ele é o último dos senhores do tempo.

Bem, acontece que, como tudo nessa vida, houve uma guerra. Uma guerra que nenhum ser humano sonhou um dia presenciar. A Guerra do Tempo.

Os Daleks, alinigenas criados, tinham como objetivo destruir toda e qualquer forma de vida que não fosse Dalek. Os Senhores do Tempo, assim que são chamados os Gallifreyanos, não podiam permitir. Como vigias do Universo, era função deles detê-los.

Assim se inicia a Guerra.

Mas não era fácil. As mortes vinham e manchavam de vermelho o planeta alaranjado pelos seus dois sois. O terror se instaorou. Mulheres, homens e crianças eram mortos. Não parecia ter fim.

Então, o Doutor veio. E acabou com a guerra.

Mas para isso, ele teve que acabar com todas as raças.

O primeiro episódio é bem levinho, ainda pra todos pegarem o ritmo. Na verdade, pra mim a primeira temporada é a mais calminha. Mas nem por isso vou falar mal dela.

E ai de quem falar na minha frente!

No primeiro episódio conhecemos Rose e sua vida pra lá de comum. Mas tudo tem fim quando ela cruza o caminho do Doutor. Ou melhor dizendo, quando o Doutor invade a vida dela. E se inicia o shipp.

Aprendi a shippar nessa série.

Aprendi a chorar por shipp com essa série.

As idéias são mirabolantes, totalmente originais. Tem história que vai te fazer ri, e vai ter aquelas que vai te fazer chorar. Normal. O destaque aqui vai para as histórias que vão te fazer pensar, que vão mudar seus conceitos, que vão abrir a sua mente.


Ah, esqueci de mencionar um fato importante.

Apesar do Doutor ser humanoide, há pequeninas coisas que o distingue dos humanos. Os Senhores do Tempo, quando diante da morte, regeneram todas as sua células e mudam de rosto e corpo. Se tornam basicamente outra pessoa.

Aqui vai uma curiosidade: isso foi feito por causa do primeiro Doutor, o William Hartnell, que já estava meio velhinho quando aceitou fazer o papel desse alienígena inusitado.

Quando pensaram em fazer a série, se tratava de algo apenas para passar entre duas programações da TV. Algo para "tapar o buraco". Mas a série fez muito sucesso e o publico pedia por renovações, por isso criaram esse mecanismo no personagem.

O que é genial.

O autor pode desistir de fazer a série, morrer, resolver se tornar cantor ou malabarista. A série continua.

Se ela é a série mais longa segundo o Guiness Book, não é a toa.

Atualmente 12 homens já deram vida ao Doutor.

Esse aqui, o Christopher Eccleston, é o 9°.

Ele é o diferentão. O aquariano do grupo.

O 10° é o galã. O que sai beijando todo mundo.


O 11° é conhecido por ser o criança. O ingênuo. O que sai por aí alegre e brincando com todos.


E atualmente temos o 12°, o vovô. O pai de todos. O que não gosta de pessoas e abraços. O sarcástico.


E eu achava o Christopher fechado.


Pra quem se interessou, a série tem 9 temporadas. Isto é, a New Who. A Classic tem 26 temporadas mais os filmes.

Infelizmente, a Netflix tirou quase todas as temporadas. Se não tirou tudo, não lembro agora. A Tv Cultura parou de passar porque... o contrato acabou.

Mas a internet taí pra isso povo.

E é aqui que eu me despeço, do jeitinho Whovian de se fazer. Fiquem com o Peter Davison. Ou não...



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