quarta-feira, 27 de julho de 2016

Olá, olá!

To meio desocupada essa semana, né? Na verdade não. Mas aqui estou outra vez. Só  vim conversar mesmo com vocês. Calma que não é sério nem caso de vida ou morte. São algumas considerações.



Recentemente me perguntaram porque todas as minhas resenhas são positivas, se eu caio de amores por todos os livros que leio ou algo assim.

Não, eu não me apaixono por todo livro que eu leio, embora eu tenha um índice maior que a maioria dos meus amigos. Mas não é todo livro que chega até mim que me deixa assim. Não sou uma garota tão fantasiosa assim.

Os livros que eu procuro resenhar aqui, são livros que já li, obviamente, e que me marcaram de alguma forma. A grande maioria são livros que já reli e indiquei pra muitos amigos e eu não poderia deixar de resenhá-los aqui.

Mas, em todas as resenhas minha crítica é sempre positiva.

Confesso que se você vier falar comigo, não vou ser tão amorzinho assim com alguns livros. Me irrito muito facilmente e e chego até desistir de alguma história por apenas um detalhe. Já explico isso melhor.

Mas como isso aqui é público e existem muitas pessoas que se baseiam em resenhas para escolher o próximo livro, eu tenho não criticar muito.

Não estou dizendo que acho errado se basear em resenhas.Eu mesma faço isso diversas vezes. Mas acho errado quando alguém vê uma resenha negativa e simplesmente risca o livro da lista de desejados.

Eu não consigo fazer isso.

Quando 50 Tons de Cinza tava no auge, todo mundo falava dele. Alguns bem, outros mau.

Eu ouvi tanta crítica, tanto julgamento que até comecei a falar mal mesmo sem ter lido. Ainda bem que não faço mais isso.

Mas ai eu percebi que eu estava errada. Eu não podia decidir se um livro era bom ou não apenas porque fulaninho, que no caso eu nem conhecia, falou mal dele. Eu tinha que conhecer pra ter alguma opinião válida sobre o livro.

E foi o que eu fiz.

Infelizmente, eu nunca cheguei a terminar. Eu, na minha humilde opinião, achei que o livro se empenhava tanto em ser hot, em ser erótico,que se esqueceu de construir bem os personagens. Poucos eram os que tinha personalidade forte. A Anastasia, por exemplo, era sem sal e sem graça, obedecendo tudo e a todos, se iludindo e acreditando estar apaixonada por um par de olhos bonito.

Não sei se ela cai em si ou se a personalidade dela é melhor trabalhada nos outros livros.

O fato é que, assim que ela começa a se submeter à ele na vida, eu desisti. O livro não me prendeu. Simples.

Mas não é por isso que eu estou por ai, gritando aos quatro ventos que ninguém deveria ler.

Muita gente gostou desse livro. Muita gente amou esse livro. E por mim tudo bem. O meu gosto é diferente do seu. Tem coisas que eu acho fascinante que te faz torcer o nariz.

Houve um livro, muito interessante na verdade, que tinha um tema mais adulto. Drogas, sexo, alguns crimes pequenos. O personagem era meio revoltado, confesso. Mas eu tinha grandes expectativas sobre esse livro.
Foi quando a autora comete um erro, dizendo que logo depois que o garoto cheirava cocaína, ele ficava com sono. E que, quando ele tentou se matar, ele usou rémedios para dormir.
Só acho que ela deu uma confundida.
Quem pesquisar direitinho, vai saber que cocaína não faz ninguém dormir. Na verdade, deixa a pessoa mais "desperta". Ela fica meio fora do ar, é verdade. Mas os sentidos são aguçados, então não acho que dê pra dormir chapado assim.
Todo o tecido do real caiu e revelou uma fantasia onde eu não esperava encontrar. Parei o livro ai.

Chata? Com certeza.

Mesmo assim, raramente vocês verão aqui resenhas em que eu crucificarei o livro. Exatamente por existir pessoas que irão desistir dele assim que ler as minhas críticas. Não quero influenciar ninguém,muito menos ser o fato que decidiu que você não deveria dar uma chance a um livro.

Minha dica pra você é: abra sua mente. Pegue aqueles livros que você deixou de lado porque fulaninho e cicraninho disseram que não gostaram. Leia esses livros. Tire as suas próprias conclusões sobre ele. Às vezes, você está ignorando o próximo amor da sua vida por causa da opinião dos outros.
Cada um tem seu gosto. E cada um tem o direito de gostar e desgostar de algo. Mas seja razoável. Viva pela sua opinião e não pela dos outros.

Isso vale tanto para os livros, quanto para a vida.

Goste de algo por você e não pelo outro.

Ah, e mais uma coisa. Para de dizer que aquele livro te fez perder tempo.

Tempo nunca
é perdido quando falamos de livro.

50 Tons de Cinza, por exemplo, me fez entender que eu deveria me impor mais e ter menos medo de ser eu mesma. Mesmo eu não tendo gostado, aprendi que se eu aceitar tudo que os outros me pedem, eu não vou trazer felicidade pra ninguém, muito menos pra mim mesma.

E então, vamos dar uma segunda chance?

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