sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Izombie


E ai seus lindos? Como que vocês estão? Eu to de buenas, obrigada. Tava assistindo Orange is The New Black quando me lembrei que ainda não havia feito o post de hoje. Pode uma coisa dessas? Claro que não.

Estão ansioso?

Pois eu estou. Não,não vai ser dessa vez que vamos falar sobre OITNB. Infelizmente. Mas aguardem que terá sua vez. Não.Hoje vamos falar sobre uma série totalmente diferente, mas igualmente maravilhosa: Izombie!



Super normal falar duma série e colocar um gif de outra. Mas quem disse que tínhamos que ser normais?





Ah, eu sei, A última moda no mundo cinematográfico são os Zumbis. Apocalipse pra cá. Terror pra lá. Sangue, tiro, morte. Suspense. E no fim, você se espanta mesmo é com o ser humano.

Mas e se eu te disser que Izombie é totalmente diferente do que você conhece?

Primeiro de tudo, não é terror. Não está acontecendo um Apocalipse. Não às claras. Segundo, o elemento principal aqui é o humor. É uma comédia. Com uma sacada brilhante, uma história original. Mas uma comédia.

Com apenas duas temporadas, Izombie já está se tornando a queridinha.

Claro, não viralizou como Stranger Things, nem nada. Mas tem o seu valor.


O início

Tudo começou com alguns quadrinhos. Isso mesmo, antes de ser uma série de televisão, a história de Olivia More se passava em HQ's. E vamos combinar, as melhores histórias começam assim.

Liv era uma residente de medicina, ainda bem nova, mas tinha seu valor. Trabalhava todos os dias num hospital, onde não tinha muitos amigos. Na verdade, só houve uma vez que a convidaram para uma festa, que aconteceria num barco.

Ela já tinha planos. Iria jantar com seu namorado, Major.


Eu também ficaria tentada a desistir da festa e passar a noite com ele. Quem não estaria, não é mesmo?

Mesmo com a recusa da noiva, Major insiste para que ela vá e se divirta, afinal, eles passariam todos os dias dali pra frente juntos.

E solta a pérola: o que poderia dar errado?

Todo mundo sabe que nunca devemos dizer isso.Em hipótese nenhuma. Não duvide das desgraças do universo, ele detesta perder.

Dito e feito.

Deu tudo, absolutamente tudo, errado.


A festa era uma loucura. Cheia de drogas, bebidas e pessoas totalmente loucas. Como qualquer outra festa. Porém, a droga que eles estavam usando era nova. Nunca vista antes. E deu merda.

Utopium era o seu nome. Ela contribui, se não for a causa, para a existência de zumbis.

E um cara oferece essa droga para Liv.


Pra quem assistiu Once Upon a Time, sim. Ele é o Dr Frankenstein. Basicamente, quase o elenco inteiro de OUAT está em Izombie. A própria Liv, por exemplo, era a Sininho na outra série.

Acontece.

Bom, essa criatura super amigável oferece a droga à Liv, mas ela não aceita.

Como ela se torna uma zumbi, então?

Simples, Blaine arranha ela num ataque. E como sabemos, arranhões, mordidas e afins podem fazer com que a pessoa se torne um zumbi.

E é isso que acontece.

Na manhã seguinte, Liv acorda num saco de cadáver na beira da praia. Todos pensam que se trata de um erro, que ela nunca esteve morta, apenas inconsciente. Mas estão enganadas.

Liv segue sua vida, tendo que mudar uma coisa ou outra.

Larga a residência. Termina o seu noivado, para a segurança de Major. Passa a trabalhar num necrotério. Adota a pimenta na sua dieta.

Ah, não entenderam o lance da pimenta?

Zumbis não gostam da comida humana, simplesmente porque ela não tem gosto nenhum para eles. Como sabem, eles se alimentam de cérebros. Mas se colocar um pouco de pimenta, ok, muita pimenta, dá pra sentir um gostinho.

Todos pensam que ela está passando por uma fase Pós-traumática. Que tudo logo ficará bem e ela voltará ao normal.

Mas não.

E as coisas mudam de vez quando o seu chefe, Ravi, descobre a verdade.


Amigável e bem humorado, Ravi aceita normalmente a ideia de Liv ser uma zumbi e se compromete a ajudá-la. Primeiro com cérebros. Depois com pesquisas para encontrar a cura.

Mas o que ele não sabia é que a aparência e a fome não era a única coisa a incomodar Liv. Havia também o bônus: as visões,

Toda vez que Liv comia um cérebro, ela ganhava junto as lembranças. Que, por sua vez, lhe apareciam ao serem desencadeadas por objetos ou situações.

E é isso que vai ter um grande papel aqui.

Eis que surge o Detetive Clive. Ele é um policial ainda iniciante e contará com a ajuda de Liv para desvendar os casos.

Através das visões, Liv passa a ajudá-lo e os dois se tornam parceiros.

A relação entre eles é muito engraçada. live é um cara sério e pragmático e não sabe lida muito bem com as diversas personalidades da nossa heroína.


Ah, eu não falei das personalidades?

Assim como as visões, Liv acaba adquirindo algumas características do cérebro de que se alimentou. Idiomas, transtornos, obsessões, peculiaridades.

O que deixa a série ainda mais cômica.

Mas claro, também tem seus dramas,

Lembram do Blaine? Ele volta a aparecer.

Ele fazia parte de um esquema de drogas, mas quando se torna zumbi, ele é promovido a chefe.

Nah, nada de drogas dessa vez.

Como zumbi, ele sabe o quão difícil é achar alguns cérebros por aí.

Por isso, ele monta um negócio. Ele transforma as pessoas em zumbis, ricas de preferência, mata inocentes e vende seus cérebros. Um negócio brilhante, tenho que dizer.


A primeira temporada é totalmente focada na luta entre Blaine e Liv. No seu relacionamento com Major e Clive. E, claro, na sua aceitação. Quesito em que Ravi a ajuda muito.

No decorrer da história, alguns fatos são revelados. Como uma empresa que pode estar metida na existência de zumbis.

Mas claro, isso é papo pra segunda temporada. Onde a qualidade só fez melhorar.


Se você não conhecia? Assista. Se já conhecia? Assista de novo.

Não se esqueçam de comentar e dizer o que acharam.

P.S.: Pra quem ainda não se convenceu, olha só esse elenco.


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